Combata a enxaqueca com chá de artemísia romana

Por Katharyne Bezerra em Degustação, Doenças, Plantas, Saúde

Comumente trocada pela Artemisia Vulgares L., mais conhecida como artemísia, a Tanacetum parthenium L. é uma outra espécie que recebeu o nome de artemísia romana.

São duas plantas bem diferentes na estrutura e nas propriedades benéficas. No caso desta última, por exemplo, além de poder ser utilizada no tratamento de problemas de saúde, também pode ser aplicada em jardins como planta ornamental.

Contudo, neste artigo do Chá Benefícios você vai desvendar as indicações desta planta e ainda aprender como preparar o chá dela.

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Foto: depositphotos

Propriedades e benefícios desta planta

  • Antiespasmódica;
  • Anti-inflamatória;
  • Antileucorréica;
  • Emenagoga;
  • Estomáquica;
  • Febrífuga.

Usada para tratar dores de cabeça crônicas, a artemísia também pode ser utilizada em casos de enxaquecas, pois em ambas as situações a planta é benéfica e consegue trazer alívio para o paciente.

Já com relação aos problemas relacionado ao estômago, a erva é ideal no combate às perturbações gástricas. Insônia, ferimentos e males do coração também podem ser tratados com uso deste remédio natural.

Além destes benefícios, artemísia romana também controla problemas que afetam os nervos, combate cólicas intestinais e menstruais e ainda serve como remédio capaz de eliminar a candida albicans, através de banhos e acentos.

Chá de artemísia romana

Para preparar o chá desta planta, é necessário usar três folhas e quatro flores de artemísia romana, em uma xícara de água fervente. Depois de misturar os ingredientes, tampa-se o recipiente e deixa abafado por 10 minutos. Este tempo é suficiente para deixar a infusão pronta para ser consumida.

Em seguida, é só coar e ingerir sem acrescentar açúcar, adoçante ou mel. A dica para o consumo apropriado é ingerir de duas a três xícaras por dia, preferencialmente em horários bem diferentes.

Precauções e efeitos colaterais

Artemísia romana é contraindicada para grávidas, lactantes e crianças menores de 12 anos. Estas recomendações são devido às substâncias que existem na planta, colocando-a como abortiva e prejudicial no desenvolvimento dos pequenos. Além disso, a erva é anticoagulante e antiplaquetária, sem contar que seu excesso poder tóxico.

Sendo assim, procure a opinião médica antes de fazer uso desta planta. Mesmo sem ser um produto químico, mas sim natural, é importante que um especialista seja consultado para saber qual o real problema, se este medicamento caseiro pode ser usado e como deve ser aplicado.