Combata azia, má digestão e náuseas com o chá de artemísia

Por Katharyne Bezerra em Cultura, Degustação, Doenças, Plantas, Saúde

Pertencente a mesma família da camomila e do girassol, artemísia é usada para fins medicinais desde a Idade Média.

Comumente utilizada para aliviar dores de cabeça e enxaquecas, também pode servir no tratamento de outros problemas de saúde devido às propriedades que ela possui em sua composição. Por isso, saiba quais os demais benefícios desta erva e como ela deve se usada.

Propriedades medicinais

Os benefícios e as propriedades do chá de artemísia

Foto: Pixabay

  • Anti-inflamatória;
  • Anti-anêmica;
  • Analgésica;
  • Anti-epilética;
  • Antimalárica;
  • Depurativa;
  • Cicatrizante;
  • Digestiva;
  • Estimulante;
  • Repelente;
  • Tônica.

Benefícios desta planta

Aliada do sistema digestivo, a artemísia é ideal para combater indigestão, diarreia, gases, náuseas e azia. Por isso, é interessante consumir o chá da planta antes ou depois do almoço. Também é indicada para tratar anemia, asma e ainda previne o câncer de mama.

Além disso, a erva tem uma função muito importante no organismo feminino, isto é, combate os sintomas da Tensão Pré-menstrual (TPM).

Chá de artemísia

Existem duas formas de preparar este chá através da infusão, o que difere é a quantidade do produto final. Em outras palavras, o que muda é quantidade do material para a preparação da bebida de acordo com a função que deseja alcançar com ela.

Por exemplo, no primeiro caso é necessário uma colher (de sopa) das folhas secas e um litro de água fervente. Neste caso, é ideal para quem deseja consumir o chá durante todo o dia.

Já quem deseja consumir apenas duas xícaras por dia, a dica é abafar uma colher (de chá) da erva em um xícara com água fervente. Após aguardar 10 minutos, a bebida deve ser ingerida sem acrescentar açúcar ou qualquer outro adoçante.

Contraindicações e efeitos colaterais

Apesar de ser uma planta natural, a artemísia não deve ser utilizada por grávidas, lactantes ou por crianças menores de 12 anos. Isto porque, as substâncias presentes na erva podem influenciar negativamente no desenvolvimento do bebê dentro do útero ou pelo leite da mãe. Além de interferir no crescimento das crianças durante esta faixa de idade já mencionada.

Mesmo com estas limitações, existem também outras recomendações a respeito da utilização desta planta. Por exemplo, ela não pode ser ingerida crua e nem em excesso pois em ambos os casos pode se tornar tóxica ao organismo.

Além do mais, o uso deve ser feito com o acompanhamento do médico, tendo em vista que só um especialista vai saber quando, como e quanto utilizar desta planta.